Você já aprendeu a se Perdoar? Já aplicou o auto-perdão?


 

Sabe aquela história que ficou engasgada? Aquela palavra não dita?

Ou então aquela outra dita sem pensar? Sabe aquele NÃO quando na verdade poderia ter sido um SIM e ter mudado todo o rumo da sua vida?

Sabe quando tem um monte de gente te apontando o dedo e dizendo barbáries de você, que você sabe serem irreais, mas acaba desencanando porque entendeu que, se você precisa se explicar ou mudar pra se ajustar, é porque não vale a pena?

Então, respire fundo e perceba que isso já passou.

E não fosse assim, você não seria o que é hoje.

Não fossem os considerados “erros”, talvez você não teria os acertos que tem hoje.

Por isso, não vale a pena se arrepender. Não vale a pena o remorso. Não vale a pena a mágoa e nem raiva, até porque as pessoas são apenas personagens de uma história que você, por alguma razão, em algum momento e em algum lugar, escolheu viver.

E também não vale a pena se culpar.

Tá tudo bem sentir a raiva, a mágoa e até a culpa, mas não ficará tudo muito bem carregá-las consigo no caminho. Podemos sentir, acolher, respeitar e deixar passar.

Mas como deixar passar?

PERDOANDO.

Entendendo, como disse acima, que aquela pessoa que te fez mal, foi só um personagem, mas o enredo quem escreve é você.

E compreendendo o limite daquela pessoa, a história dela que levou a tomar aquela atitude e respeitando o nível de consciência dela.

Tá. E depois?

AUTO-PERDÃO.

Porque você já entendeu que tudo isso era pra te fazer mais forte, e que serviu pra você ser capaz de ensinar o caminho pra aquele que está chegando.

Logo farei um vídeo falando mais disso porque usar palavras escritas limitam o que eu posso e quero compartilhar com vocês.

Mas espero já com isso inspirá-los a refletir e agir em direção ao Perdão e Auto Perdão.

 


Vou contar um pouco da minha história com relação ao Perdão. Quer saber?

Eu, por muito muito tempo, me importei demais com a opinião alheia.

Por muito tempo procurei aprovação externa.

(e NÃO percebia isso!)

Eu sentia culpa pelos meus erros. Qualquer que fosse ele.

Era extremamente exigente comigo mesma e, consequentemente, com os outros também.

Acreditava que, ao errar, não atenderia a expectativa externa e os decepcionaria.

E quando carregamos isso dentro da gente, acaba se refletindo em todos âmbitos da nossa vida. Todos!

Vou utilizar a dança como um exemplo. Sempre gostei de dançar pelo prazer da dança, mas ao mesmo tempo sempre me importei em dançar bonito.

Tinha medo não só do julgamento da plateia como medo (carregado de culpa) em decepcionar o professor caso eu errasse um passo.

Eu sei, parece exagerado lendo, mas pare pra avaliar se você já não fez isso em algum momento da sua vida.

Porque infelizmente isso é mais comum do que imaginamos e é difícil enxergar, muito difícil, porque dói e porque exigirá alguma mudança, claro.

O que eu posso dizer, depois de fazer muita terapia e aplicar 1001 técnicas de auto conhecimento, é que vale a pena mudar.

Vale a pena enxergar o que te trava e ressignificar isso.

Vale a pena se libertar das amarras que nos prendem e que nem temos consciência.

Rir do erro é muuuuito mais divertido do que ter medo dele. E é o que faço hoje.

Pelo menos na dança já consigo fazer isso (um exemplo aqui 😀), talvez ainda não em todas áreas.

Mas estou dando os primeiros passos e, por já perceber o quanto é libertador, quero compartilhar, incentivar e inspirar vocês a trilharem esse mesmo caminho. *.*


Texto: Dalila Barakat
Data edição: 20 de julho de 2020

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